Nesta segunda-feira, 9, o YouTube começou a operar uma nova modalidade de serviço, a locação de filmes, o que o torna um concorrente direto de empresas como a Netflix, a Amazon e a Apple (iTunes), que oferecem o aluguel tanto de filmes quanto séries de TV dos principais estúdios de Hollywood e também dos grandes canais norte-americanos. Restrito ao mercado norte-americano, o aluguel online de vídeos deve ser expandido gradualmente para outros países.

No blog do Google, o CEO do YouTube, Salar Kamangar, afirma que o YouTube não não cobre apenas um tipo de dispositivo ou um tipo de vídeo, e sim que abrange conteúdo de parceiros de mídia tradicionais, bem como vídeos feitos para a internet e, claro, as produções pessoais. Conforme o executivo, o YouTube está disponível em 350 milhões de aparelhos, os quais geram mais de 2 bilhões de acessos por dia. “Você gasta 15 minutos por dia no YouTube e passa 5 horas na frente da TV. Como as linhas entre o online e offiline continuam a se confundir, cremos que isso mudará”, afirma Kamangar, numa referência direta ao desejo de aumentar a audiência do site de vídeos.

O CEO diz que o Youtube já está reforçando o investimento no conteúdo. Esse investimento inclui a atual produção de conteúdo por usuários e também os filmes e seriados de TV. “Há seis anos, você teve que mudar de dispositivo, de sala e de plataforma para obter todos os vídeos que você queria e hoje você pode encontrar tudo no YouTube”, diz Kamangar, no blog do Google. “Ao ampliar as parcerias de conteúdo e estimular cineastas, artistas e empresários, garantiremos que o YouTube continua a ser o melhor local para o mundo ver e descobrir novos talentos”, postou o CEO.

fonte Meio & Mensagem

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